Todo ano, na época de comprovar a logística reversa, a mesma cena se repete dentro das empresas: o ESG quer estar em dia com a obrigação legal, o financeiro quer saber onde encaixar mais essa linha de custo, e o CEO precisa decidir. Cada área olha o problema de um ângulo diferente — e isso costuma travar a decisão mais do que deveria.

A resposta é mais simples do que a maioria imagina.

O cálculo, direto ao ponto

O Crédito de Reciclagem é validado por tonelada: uma tonelada de material processado equivale a um crédito. Para saber o custo de compensar uma embalagem específica, basta dividir o valor do crédito pelo peso dela.

Na prática, isso significa:

  • Garrafa de vidro: aproximadamente R$ 0,05 por unidade
  • Lata de alumínio: aproximadamente R$ 0,002 por unidade

O valor varia conforme o material (plástico, papel, vidro ou metal), a região de comercialização e a forma de coleta — mas em praticamente todos os casos, o custo por unidade é irrisório diante do volume de produção de qualquer marca.

O outro lado da conta

A obrigação legal de logística reversa já existe — não é uma possibilidade futura, é uma exigência presente. E o custo de não cumprir não é apenas financeiro: é reputacional, e frequentemente maior do que o valor de compensar um ano inteiro de operação.

Ou seja: o cálculo real não é "vale a pena pagar por isso?" — é "o que custa mais, compensar a embalagem ou assumir o risco de não compensar?"

A decisão, na prática

Com um custo unitário tão baixo, a logística reversa deixa de ser uma linha de despesa relevante e passa a ser um detalhe operacional a mais — perfeitamente embutível na estrutura de custo da marca, sem prejuízo ao negócio.

A Pegada Neutra resolve essa equação de ponta a ponta: operação em todo o território nacional, com a melhor oferta de crédito de reciclagem para a sua marca.

Quer saber exatamente quanto custaria compensar o volume de embalagens da sua empresa? Fale com a gente.

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